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setembro 2017

autoconhecimento

4 conselhos de uma expert sobre como se vestir ao dar uma palestra

4 conselhos sobre como se vestir ao dar uma palestra.

Este post surgiu com a intenção de ajudar as pessoas que não sabem o que vestir ao dar uma palestra. Não, não sou a expert em oratória citada no título acima e muito menos tenho experiência em falar em público.

Mas como o meu blog é pessoal e um dos assuntos que abordo aqui refere-se a autoconhecimento, nas minhas redes sociais eu acabo seguindo e consequentemente atraindo seguidores que trabalham com isso, os coaches. Foi pensando neles que decidi compartilhar as informações a seguir. Mas acredito também que o tema irá ajudar muitos outros profissionais que em algum momento precisa se apresentar para uma plateia.

Meses atrás eu estava em um dos meus parques de diversão, uma livraria, e acabei comprando o livro “Ted Talks – o guia oficial do Ted para falar em público”. Para quem não sabe, o TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) é uma conferência já vista por milhões de pessoas na internet, que reúne várias palestras curtas com assuntos de interesse público.

No livro, para discorrer sobre o que vestir, o autor convida sua amiga e oradora Kelly Stoetzel, que cita quatro perguntas – e respectivas respostas – que você deve fazer ao decidir o que usar em sua apresentação:

 

  • Há um dress code? Como o público estará vestido?

Você provavelmente vai querer se vestir como os ouvintes, só um pouquinho mais elegante.

 

  • Vai haver filmagem?

Se houver, evite o branco (a luz pode estourar), o preto (você pode acabar parecendo uma cabeça flutuante) e estampas ou padrões muito pequenos (que podem causar uma estranha tremulação nas imagens fotográficas ou de vídeo, conhecida como efeito moiré).

 

  • Você vai usar microfone auricular?

Muitas vezes, ruídos estranhos, fortes e metálicos começam a surgir do nada. São os brincos batendo no microfone. Evite brincos e pingente! Para os homens, uma barba de três dias também pode causar ruídos que lembram arranhões.

Ao escolher acessórios, evite pulseiras que chacoalhem e coisas brilhantes que possam causar reflexo. Uma echarpe pode ser um bom modo de acrescentar um pouco de cor caso você tenha escolhido uma roupa em tons neutros.

Talvez você use uma bateria de microfone no cinto. Por isso, sentirá mais segurança se tiver um cinto firme ou uma cintura definida para pendurar a bateria.

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Paula Abreu, uma das coaches mais seguidas no Brasil, em uma de suas palestras: optou por uma roupa bem marcada e colorida. Bingo!

  • Como será o palco?

Pense em usar algo colorido para se destacar do fundo e em se vestir para as pessoas da última fileira. A plateia, assim como a câmera, adora cores fortes e vibrantes.

Roupas bem marcadas tendem a ficar melhor no palco do que as folgadas e frouxas. Procure algo que proporcione uma boa silhueta e certifique-se de usar o tamanho certo – nem folgado, nem apertado.

 

Kelly também cita a importância das roupas bem passadas “roupas amassadas são a maneira mais fácil de mostrar que você não se empenhou muito”, e pede para “prestar atenção caso o ferro for do hotel esses ferros nem sempre estão em boas condições, podem estar vazando ou sujos”.

Ela sugere ensaiar a palestra usando a roupa que vestirá no dia. E cita o caso de uma palestrante cuja a roupa saiu do lugar no início da apresentação, as alças do sutiã caíram e ficaram penduradas nos braços durante toda a palestra.

Por fim, Kelly enfatiza “o mais importante é usar algo que reforce sua segurança. Isso é algo que se pode resolver com antecedência. E vai ser uma coisa a menos com que se preocupar e a mais para trabalhar a seu favor”.

Recado dado!

 

 

Fotos retiradas do site Escolha a Sua Vida, de Paula Abreu, que surpreendentemente disponibilizou todo o conteúdo para uso público. Não tem como explicar, só lendo mesmo o que ela escreveu por lá:

“Uncopyright – Todo o meu conteúdo deste site está no domínio público. Abro mão de quaisquer direitos de uso sobre meu trabalho. Se você quiser usar meu conteúdo, não se preocupe em me escrever pedindo permissão. Aqui está ela: use como quiser, mande para os amigos, imprima e cole por aí, copie no seu blog ou site à vontade. Se puder colocar os créditos e link para o meu site, fico agradecida. Mas não exijo isso. Meu objetivo é transmitir estas mensagens para o maior número de leitores possível, então, estou desapegando – dentre tantas outras coisas – dos meus direitos.”Paula Abreu

Linda, talentosa, visionária ou tudo junto? Já falei mais sobre ela aqui, aqui e aqui. Gratidão!

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Moda Econômica – Meu Outono Inverno 2017, parte 02

Se você leu o meu post anterior, sabe que eu comecei a analisar o meu guarda roupa de outono inverno 2017 antes de pensar nos meus looks de Primavera. A “tentação”está aí nas vitrines, revistas de moda, instagram, mas estou aqui, firme e forte.

Busco por uma compra mais consciente, por que não dizer, uma moda econômica. Multiplicar os looks com poucas peças.

Se não me engano, neste inverno, as únicas novidades no meu armário foram duas botas da Arezzo, presente do meu marido, compradas na liquidação!

Você vai ver que os looks abaixos foram montados com peças do meu acervo, algumas compradas no começo do ano e outras compradas anteriormente:

 

  • a eterna camiseta branca básica! Presta atenção no decote, no caso aqui, decote V! Detalhe do “intruso”na foto, pedido da “fotógrafa” (responsável por alguns cliques), uma apaixonada por bichos de pelúcia, minha filha de 8 anos :).
  • look total jeans. Eu não curtia, mas descobri como ele é prático! A minha dica é que as peças precisam ter uma lavagem parecida.
  • Esfriou? Bota o casaco! Nessas experimentações – tira, põe, troca – amei o casaco estruturado com o tênis converse! Assim eu uso fácil!
  • Troca o sapato, colar e a camisa e… voilá… um look mais elegante! E confesso, não muito o meu estilo… por enquanto!

Peças: camiseta branca (UseEva), calça + camisa jeans + cinto (Levi’s), casaco + camisa nude (Zara), sapato (Arezzo), tênis (All Star Converse), bolsa (Coach), pulseira (Swarovisky).

 

  • esquentou? Tira o casaco!
  • sai a calça, entra o short! Na foto de look não dá para ver, mas usei meia arrastão nude. Foto ao lado.
  • monocromático também é legal. Sim ou com certeza?
  • A minha musa inspiradora/ influenciadora no desejo de usar terno foi a Madonna! Mas é aquela história, a gente ama um look e muitas vezes compra roupa para a vida que gostaria de ter e não para a que realmente tem. Como estava fora de cogitação comprar algo que corria o risco de não ser usado, o truque aqui foi apostar em peças avulsas.

Peças: short + calça nude (Zara), regata com renda (Farm), meia arrastão (Lupo).

 

  • mantenha a calça nude e traga de volta a camisa jeans!
  • camisa jeans com couro ou falso couro. Inspiração que veio daqui.
  • detalhes que fazem a diferença: gola da camisa jeans aparente (look da direita) e meia calça de bolinha (ou outro desenho).

Peças: short saia em couro sintético (Zara Trafaluc), blusão de tricot (Zara), bolsa tricolor (Accessorize).

 

E aí, gostou?

Para você, que quer saber qual a intenção deste blog, vou escrever abaixo algumas frases soltas e anotações que fiz tempos atrás e achei recentemente:

  • que as pessoas vivam o seu melhor
  • autenticidade
  • genuíno
  • não ser escravizada pelo padrão
  • sair do efeito manada
  • sair do piloto automático

 

Que a forma de vestir traga algum benefício para você no que se refere a:

  • tempo
  • relacionamento
  • trabalho
  • autoestima
  • autoconhecimento

 

E a saga continua… vejo você  no próximo post!

 

 

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Moda Econômica – Meu Outono Inverno 2017

Eu sei que a Primavera está chegando e as vitrines das lojas já estão com a nova coleção mas eu não posso seguir em frente sem antes analisar o meu guarda roupa de inverno e checar o que funcionou ou não. Uma importante informação que será minha guia para as próximas compras! Uma compra consciente, uma moda econômica! A ideia é ter poucas peças e multiplicar os looks.

Eu peguei este fim de semana que passou para experimentar algumas peças e fotografar. Deu trabalho? Deu, mas rendeu ótimas descobertas!

Algumas delas:

  • o poder dos acessórios, mesmo que seja um singelo colar, um relógio ou pulseira.
  • o que um mínimo de maquiagem pode fazer para a auto estima de uma pessoa!
  • blusa para dentro e cinto! Eu confesso que por muito tempo eu não via função no cinto, já que minha calça nunca estava caindo! Que bobinha!
  • dobrar a barra da calça ou arregaçar as mangas, truques de styling para a vida real!
  • misturar colar de pérola com jaqueta biker? Na minha opinião, pode!

Peças: blusa listrada sem manga, tricot (Zara), manga longa básica malha com viscose (Renner), calça skinny (Zara), jaqueta biker couro sintético (Zara), puff jacket (Zara). Sim, eu não queria mas me rendi a puff jacket, especificamente esta por não ser muito volumosa, pois necessitava ficar bem quentinha!

Cinto Levi’s, Converse branco e bota Arezzo. Colar de prata com preço de bijuteria, um achado na Vivara, pulseira sem pingentes – faltou $$$ 🙂 – Pandora e relógio + colar de pérolas (fake) que eu não sei a marca.

 

Uma tática que usei muito neste inverno foi a sobreposição ou como o meu marido diz, a técnica da cebola, ou seja, várias camadas. A minha inspiração veio de uma amiga japonesa, que conheci anos atrás em Londres, quando eu fui fazer um curso de inglês. Ela usava muita camiseta de manga curta sobre camiseta de manga longa e eu achava o máximo!

Com dias quentes, noites frias, e muitas viagens para São Paulo, eu queria estar confortável e com a roupa certa para enfrentar as variações de temperatura. Como já disse Marina Bandeira, esposa de Amyr Klink, “não existe tempo ruim, existe roupa inadequada”.

Uma cartela de cores restrita facilita a montagem de sobreposições. E como me agrada o estilo monocromático, tá tudo em casa!

Decidi que a minha cartela de inverno seria: marinho, azul jeans e nude, com toques de preto e branco. Neste post o foco é o marinho e preto!

 

Abaixo: trocando algumas peças e mantendo a calça!

  • detalhe aparente do sutiã de renda. Não que eu seja muito fã, mas era o que tinha para hoje, ops, no guarda roupa. E não é que ficou bom? Até parece que faz parte da camiseta!
  • bateu o frio? Vambora com a jaqueta biker!
  • tomara que caia aqui pediu um colar mais vistoso.
  • Que diferença faz um salto alto! Ficou bem pin up!
  • Vestido sobre o tomara que caia e sobre a calça.

 

  • esfriou? Olha ela – jaqueta biker – de novo!
  • jaqueta pesada sobre vestido fluido? Pode!
  • meia arrastão, uma tendência mas também uma questão de estilo! Aqui o equilíbrio que encontrei foi usá-la com um vestido mais solto ao invés de justo.

Peças: Vestido da marca carioca Dress To, sapato de salto Arezzo e bolsa clutch Calvin Klein, comprada no outlet, de $$$$ por $$

 

Se você curte moda, vai gostar de fazer este exercício de descoberta. Foi como ser a sua própria stylist, produtora de moda ou consultora de imagem. O primeiro passo – começar – é sempre o mais difícil. Depois vira um aprendizado com gostinho de missão cumprida!

Beijos!