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como controlar medo e sair zona conforto
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como controlar o medo e sair da zona de conforto

Como controlar o medo e sair da zona de conforto? Dizem que os sagitarianos gostam de filosofar sobre a vida. Neste caso, sou regra. Pensar, questionar, ver e rever conceitos. Faz parte de mim.

Em um período de busca por mudanças fui atrás de conhecimento para conseguir controlar o medo e sair da paralisia.

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Tim Ferris, autor do livro 4 horas por semana, diz que, normalmente, o que mais tememos fazer é o que mais precisamos fazer. Aquele telefonema, aquela conversa, o que quer que seja – é o medo de resultados desconhecidos que evita o que precisamos fazer.

Você está com medo, exatamente como o resto do mundo. E Tim, ordena “desenvolva o hábito mais importante daqueles que se destacam e gostam de extrair o melhor da vida: a ação .”

O medo já foi assunto neste blog, como um dos 5 grandes vilões da realização dos seus sonhos.

 

DAR AQUELE TELEFONEMA. O PRIMEIRO PASSO PARA SUPERAR O MEDO.

Justamente dar aquele telefonema foi um dos meus primeiros passos para superar o medo e seguir em frente.

Após um período de completa satisfação como mãe em tempo integral, o meu desejo de ter um trabalho remunerado cresceu de uma forma que ele não poderia mais ser ignorado. Descartei a ideia de abrir um negócio próprio e decidi que iria (re)começar com o que eu já conhecia e tinha experiência, como estilista em empresas.

Foram mais de 10 anos no mercado, mas em compensação 7 anos fora dele, então eu sabia que enviar o currículo não seria suficiente. O que eu deveria fazer era tentar uma recolocação através de uma consultoria de Recursos Humanos. Eu já conhecia a proprietária de uma master consultoria aqui no Rio, especializada na minha área de atuação, moda. Mas isso foi em 2008, quando cheguei na cidade e participei de alguns processos de seleção de candidatos com ela.

Ligar ou mandar uma mensagem? Ligar seria mais eficiente. Mas, e se ela não lembrar de mim? Dúvidas surgem. O fato é que, depois de decidido, não dá para pensar muito. Como dizem por aí, é o vai lá e faz! Liguei e ela não pode falar comigo no momento. Se não me falha a memória, este primeiro telefonema foi dado em outubro de 2014. Fui retornar a ligação – pasmem – seis meses depois. Demorou? Para mim sim. Mas se a vontade é grande, uma hora a coragem vem.

 

A boa notícia é que nada é em vão. Descobri que ela também fazia o trabalho de coaching e redirecionamento de carreira. Meses depois virei cliente dela. Fiz entrevistas de emprego mas com o decorrer do tempo o meu caminho profissional tomou outro rumo, muito mais condizente com o meu conceito de realização, propósito e sucesso. O meu (re)começo de uma nova, longa e acredito mais prazerosa caminhada.

Muitas vezes, para que as mudanças ocorram, é importante ter mentores que nos inspiram. Eu tenho os meus, e você?

Todos os dias novos desafios surgem, e com eles os medos, que precisam ser superados.

 

O ESTRESSE BOM

No livro como manter a mente sã, de Philippa Perry para The School of Life, a autora fala sobre o estresse e propõe um exercício para sair da zona de conforto.

Sobre o stress, ela diz que o alto nível de estresse resulta em pânico e paralisa. No entanto, a ausência total de estresse faz com que o cérebro não se exercite. Mas níveis moderados de estresse sustentam o nosso aprendizado.

Descobrir que o cérebro não é diferente de um músculo e que precisa ser exercitado já é um bom motivo para começar aquele curso, ler aquele livro que a gente vem adiando há tempos.

E Philippa, assim como o Tim Ferris, orienta “sinta o medo e aja mesmo assim. Ou sinta a vergonha e aprenda algo mesmo assim.”

 

EXERCÍCIO DA ZONA DE CONFORTO

O exercício da zona de conforto, consiste em escrever dentro do círculo central exemplos de atividades nas quais você se sente completamente confortável. Fora desse círculo, escreva exemplos de atividades que você pode fazer, mas que o deixam de alguma forma nervoso, mas não o bastante para impedir de fazê-las. E assim por diante, até chegar nas coisas de que você tem medo mas que gostaria de fazer.

 

Veja abaixo de como seria o meu círculo hoje:

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Com o exercício a autora descobriu que, quando ela estabelecia um desafio realizável e o cumpria, a autoestima e autoconfiança aumentavam em todas as áreas. E que, se não continuasse testando os seus limites, desafios que pareciam confortáveis em um ano, passavam a exigir coragem no ano seguinte.

 

Realmente, o que antes era fácil, como por exemplo começar um curso, passou a exigir mais de mim. Entre outros fatores, o medo de errar na escolha de qual curso fazer era paralisante. Mas quando entendi a força da AÇÃO e a importância de estar em movimento, os primeiros passos foram dados. Iniciei com um curso de curta duração, baixo investimento (ao trocar a palavra custo por investimento, minha mente se abriu para o desconhecido) e baixa expectativa ( com o objetivo de aprender e não de originar a minha nova profissão pelos próximos 20 anos) .Para resultados diferentes, ações diferentes.

E agora é assim que eu quero seguir, sempre em frente!

 

 

 

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Os 3 elementos essenciais de uma carreira gratificante

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No livro “como encontrar o trabalho da sua vida” da coleção The School of Life que eu adoro, o autor Roman Krznaric escreve sobre vários assuntos relacionados ao trabalho e tenta nos ajudar a seguir um rumo nesse labirinto de opções, superar o medo da mudança e encontrar uma carreira que nos fará sentir realizado.

Ele cita os 3 elementos essenciais de uma carreira gratificante: sentido, fluxo e liberdade.

Nenhum deles é fácil de obter e buscá-los pode gerar uma certa angústia mas mesmo assim considero importante conhecê-los:

 

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  1. Sentido

No livro o autor cita os cinco aspectos diferentes do que pode tornar um trabalho significativo: ganhar dinheiro, alcançar status, fazer diferença, seguir nossas paixões e usar nossos talentos.

 

Ganhar dinheiro

Escolher uma carreira por causa dos benefícios financeiros é a motivação mais antiga e mais forte no mundo do trabalho.

Então isso significa que devemos colocar nossas esperanças de realização profissional em altos salários e gratificações? Para Roman a resposta é não. Pois a partir do momento em que a renda é suficiente para cobrir as necessidades básicas, novos aumentos acrescentam pouco, ao nível de satisfação. À medida que enriquecemos e acumulamos mais posses materiais, nossas expectativas aumentam, por isso trabalhamos ainda mais para ganhar mais dinheiro a fim de comprar mais bens de consumo e bem-estar, mas em seguida nossas expectativas aumentam de novo, e o processo não tem fim.

Poucas pessoas tendem a ignorar o dinheiro completamente ao tomar uma decisão profissional: todos nós temos dívidas, contas para pagar e família para sustentar. A verdadeira questão é o peso que devemos atribuir a ele.

 

Status

Além do dinheiro, a outra recompensa que as pessoas normalmente procuram é o status social.

Ele vem em duas variantes. Uma delas é o status de ter um trabalho de prestígio que seja admirado e reverenciado pelos outros, como o de diplomata, produtor de televisão, cirurgião ou atleta profissional.

A segunda variante é o status baseado em nossa posição em relação aos outros. Um famoso estudo de economia comportamental demonstrou que, se pudermos escolher entre ganhar 10 mil reais por mês quando todo mundo ganha 5 mil reais, ou 20 mil reais enquanto todo mundo ganha 40 mil reais, a maioria das pessoas escolheria a primeira opção, ou seja, ganhar 5 mil ou invés de 20 mil, desde que essa renda seja maior se comparado com a dos outros.

Embora a maior parte das pessoas deseje experimentar uma certa dose de status pessoal, o sentimento de que somos respeitados pelos outros por aquilo que fazemos pela forma como fazemos é uma das chaves para alcançar uma carreira gratificante.

 

Fazer diferença

Querer fazer a diferença é querer fazer uma contribuição positiva para as pessoas e o planeta e colocar os seus valores em prática. É um desejo cada vez mais comum, mesmo em nossa era de individualismo desenfreado. Querer ser capaz de, na velhice, olhar para trás e sentir que deixou uma marca.

 

Paixões e Talentos

Existe a opção de se concentrar em suas paixões e talentos. Faça aquilo que gosta e aquilo em que você é realmente bom.

Um mestre na arte de viver não faz uma distinção nítida entre trabalho e diversão; trabalho e lazer; mente e corpo; instrução e recreação. Ele dificilmente sabe qual é qual. Simplesmente segue sua visão de excelência em tudo o que está fazendo e deixa os outros determinarem se ele está trabalhando ou se divertindo. Para si mesmo, ele sempre parece estar fazendo as duas coisas. François-René de Chateaubriand

 

  1. Fluxo

O fluxo tem o potencial de proporcionar um sentimento diário de satisfação. Mas o que seria fluxo?

Uma experiência de fluxo é aquela em que estamos completa e inconscientemente concentrados no que quer que estejamos fazendo. Tão envolvidos numa atividade que nada mais parece importar.

 

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  1. Liberdade

Se você já se sentiu sobrecarregado pelo trabalho e ansiou por mais liberdade e independência para viver a própria vida, do jeito que quiser, pode ser válido considerar uma pergunta: como atender ao desejo por maior liberdade?

A maioria das pessoas deseja algum tipo de estabilidade no trabalho, especialmente em épocas de incerteza econômica: precisamos de uma renda regular para pagar o financiamento da casa ou as pesadas mensalidades escolares, para sustentar os filhos e assegurar uma pensão para a velhice.

Embora a segurança esteja na base de nossas necessidades, os seres humanos são igualmente motivados pela busca da liberdade individual. O desejo se ser o próprio patrão é de fato, muito comum.

A realidade da liberdade com o auto emprego pode exigir bastante trabalho e há quem se sinta livre trabalhando numa grande organização, especialmente aqueles que podem escolher suas tarefas e metas diárias e contam com o benefício do horário flexível.

O fato é que, após sentir o gosto da liberdade, é quase impossível voltar atrás.

 

 

Trechos do livro “como encontrar o trabalho da sua vida”, de Roman Krznaric

 

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os cinco grandes vilões da realização dos seus sonhos

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Quais os cinco grandes vilões da realização dos seus sonhos? Bem, eu li um livro chamado “Escolha Sua Vida”, de Paula Abreu e vou contar um pouco sobre ele. Eu ganhei este livro de uma grande amiga. Estávamos conversando, mais especificamente sobre como lidar com as adversidades, afinal, essa minha amiga passou por grandes mudanças e eu queria saber como ela enfrentou tudo aquilo.

Foi aí que ela me apresentou a Paula Abreu. Para quem não sabe, Paula Abreu era uma advogada bem-sucedida – conforme sua própria descrição, com muito dinheiro no banco, carro do ano e um apartamento com uma vista deslumbrante e nem um pouco satisfeita com essa vida. E enfrentou a perda do emprego, o fim de um casamento de dez anos, com um filho pequeno para cuidar e sustentar sozinha.

E hoje atua como lifestyle coach, ajudando milhares de pessoas ao compartilhar os seus conhecimentos no blog Escolha a Sua Vida e nos vídeos que ela grava no Periscope e disponibiliza no You Tube.

No livro ela fala sobre os cinco grandes vilões da realização da maioria das pessoas:

 

  1. Medo

Ela teve que sair da zona de conforto – o que não foi fácil. Nada a forçou a agir tão rápido e a ter resultados positivos quanto a necessidade de sobrevivência. Ela sugere “se seu plano é voltar a estudar, inscreva-se para aquela prova. Marque sua mudança para uma cidade nova antes mesmo de encontrar um apartamento. Compre aquela passagem”. O medo desaparece quando você se dá conta de que não tem outra alternativa.

 

  1. Procrastinação

Sobre procrastinar, ela escreve “outro motivo para sempre adiarmos os nossos sonhos é a busca da perfeição. Esperar pela perfeição gera procrastinação. Enquanto aguarda o momento perfeito, você fica apertando o seu botão de soneca interno.

Não, você não precisa de uma mesa de desenho, do melhor laptop do mercado. Não precisa nem de uma sala com vista para a floresta para se inspirar.

A hora de começar é agora. Os detalhes, você vai acertando no caminho “.

E indica praticar a procrastinação produtiva, ou seja, trabalhar em vários projetos ao mesmo tempo. Se enjoar de um, pula para o outro. E esses projetos não precisam estar relacionados ao trabalho ou retorno financeiro, podem ser hobbies, filantropia.

 

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  1. Falta de dinheiro

A autora diz que “a escolha consciente por uma vida mais simples foi fundamental para tornar possível ficar um tempo sem ganhar dinheiro, vivendo apenas das economias. Ao repensar quais das minhas despesas eram realmente necessárias, consegui cortar as contas pela metade. Com isso, a mudança de vida que eu tanto desejava ficou muito menos impossível porque eu já não precisava de tanto dinheiro quanto antes “e pede ao leitor que repense o seu estilo de vida e responda algumas perguntas:

De que você seria capaz de abrir mão para viver da sua paixão, em vez de ganhar dinheiro de uma forma que o entedia, não o agrada ou simplesmente não o inspira?

Você gasta o seu dinheiro em coisas que são de fato importantes para você? São coisas que lhe trazem felicidade ou apenas o distraem da sua insatisfação cotidiana?

 

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  1. Falta de tempo

Quando a Paula escreveu seus dois outros livros, ela trabalhava em um grande escritório de advocacia. Na época do segundo, para piorar a situação, ela já tinha adotado seu filho, que estava com 6 meses. Como ela conseguiu? Acordando às cinco da manhã todos os dias e escrevia por uma hora, até terminar.

Inspirador, não? Bora colocar o despertador para tocar mais cedo!

Uma dica dela é “ desconecte-se. Reduza o fluxo de informações. Jornal, TV, internet, blogs, revistas. Em um mundo em que somos bombardeados por informações de todos os lados, todos os dias, só consegue se destacar quem descobre o que precisa ser ignorado para o que realmente importa receba a devida atenção”.

 

  1. Críticas Alheias

Quando ela começou a escrever sobre as mudanças, o propósito não era forçar ninguém a fazer o mesmo, mas sim inspirar e incentivar as pessoas a efetuarem qualquer tipo de mudança que achassem importante ou necessária.

E que quando se começa a fazer alterações em sua vida, algumas pessoas acham que estão sendo criticadas e questionadas por seu próprio estilo de vida.

Para lidar com esses casos ela adotou um expressão: “Não é você, sou eu”.

 

Essa foi uma parte do livro. Há muito mais conteúdo nele e em todos os canais que a Paula está presente. Confesso que para mim, os vídeos foram mais eficazes na hora de dar aquele empurrão e iniciar as mudanças que a gente tanto quer, mas que os cinco vilões acima insistem em nos boicotar.

 

É isso aí. Beijo!

 

crédito imagens: Bedneyimages/Freepik (dinheiro) e Freepik (sonhos)