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4 conselhos de uma expert sobre como se vestir ao dar uma palestra

4 conselhos sobre como se vestir ao dar uma palestra.

Este post surgiu com a intenção de ajudar as pessoas que não sabem o que vestir ao dar uma palestra. Não, não sou a expert em oratória citada no título acima e muito menos tenho experiência em falar em público.

Mas como o meu blog é pessoal e um dos assuntos que abordo aqui refere-se a autoconhecimento, nas minhas redes sociais eu acabo seguindo e consequentemente atraindo seguidores que trabalham com isso, os coaches. Foi pensando neles que decidi compartilhar as informações a seguir. Mas acredito também que o tema irá ajudar muitos outros profissionais que em algum momento precisa se apresentar para uma plateia.

Meses atrás eu estava em um dos meus parques de diversão, uma livraria, e acabei comprando o livro “Ted Talks – o guia oficial do Ted para falar em público”. Para quem não sabe, o TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) é uma conferência já vista por milhões de pessoas na internet, que reúne várias palestras curtas com assuntos de interesse público.

No livro, para discorrer sobre o que vestir, o autor convida sua amiga e oradora Kelly Stoetzel, que cita quatro perguntas – e respectivas respostas – que você deve fazer ao decidir o que usar em sua apresentação:

 

  • Há um dress code? Como o público estará vestido?

Você provavelmente vai querer se vestir como os ouvintes, só um pouquinho mais elegante.

 

  • Vai haver filmagem?

Se houver, evite o branco (a luz pode estourar), o preto (você pode acabar parecendo uma cabeça flutuante) e estampas ou padrões muito pequenos (que podem causar uma estranha tremulação nas imagens fotográficas ou de vídeo, conhecida como efeito moiré).

 

  • Você vai usar microfone auricular?

Muitas vezes, ruídos estranhos, fortes e metálicos começam a surgir do nada. São os brincos batendo no microfone. Evite brincos e pingente! Para os homens, uma barba de três dias também pode causar ruídos que lembram arranhões.

Ao escolher acessórios, evite pulseiras que chacoalhem e coisas brilhantes que possam causar reflexo. Uma echarpe pode ser um bom modo de acrescentar um pouco de cor caso você tenha escolhido uma roupa em tons neutros.

Talvez você use uma bateria de microfone no cinto. Por isso, sentirá mais segurança se tiver um cinto firme ou uma cintura definida para pendurar a bateria.

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Paula Abreu, uma das coaches mais seguidas no Brasil, em uma de suas palestras: optou por uma roupa bem marcada e colorida. Bingo!

  • Como será o palco?

Pense em usar algo colorido para se destacar do fundo e em se vestir para as pessoas da última fileira. A plateia, assim como a câmera, adora cores fortes e vibrantes.

Roupas bem marcadas tendem a ficar melhor no palco do que as folgadas e frouxas. Procure algo que proporcione uma boa silhueta e certifique-se de usar o tamanho certo – nem folgado, nem apertado.

 

Kelly também cita a importância das roupas bem passadas “roupas amassadas são a maneira mais fácil de mostrar que você não se empenhou muito”, e pede para “prestar atenção caso o ferro for do hotel esses ferros nem sempre estão em boas condições, podem estar vazando ou sujos”.

Ela sugere ensaiar a palestra usando a roupa que vestirá no dia. E cita o caso de uma palestrante cuja a roupa saiu do lugar no início da apresentação, as alças do sutiã caíram e ficaram penduradas nos braços durante toda a palestra.

Por fim, Kelly enfatiza “o mais importante é usar algo que reforce sua segurança. Isso é algo que se pode resolver com antecedência. E vai ser uma coisa a menos com que se preocupar e a mais para trabalhar a seu favor”.

Recado dado!

 

 

Fotos retiradas do site Escolha a Sua Vida, de Paula Abreu, que surpreendentemente disponibilizou todo o conteúdo para uso público. Não tem como explicar, só lendo mesmo o que ela escreveu por lá:

“Uncopyright – Todo o meu conteúdo deste site está no domínio público. Abro mão de quaisquer direitos de uso sobre meu trabalho. Se você quiser usar meu conteúdo, não se preocupe em me escrever pedindo permissão. Aqui está ela: use como quiser, mande para os amigos, imprima e cole por aí, copie no seu blog ou site à vontade. Se puder colocar os créditos e link para o meu site, fico agradecida. Mas não exijo isso. Meu objetivo é transmitir estas mensagens para o maior número de leitores possível, então, estou desapegando – dentre tantas outras coisas – dos meus direitos.”Paula Abreu

Linda, talentosa, visionária ou tudo junto? Já falei mais sobre ela aqui, aqui e aqui. Gratidão!

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gigante da moda aposta na moda atemporal

Novos tempos. A C&A, gigante da moda aposta na moda atemporal. Para uma fast fashion, parece contraditório, não?

Das grandes redes, a C&A tem uma característica marcante, que é de ser precursora na sua área. Quando a gente vai ver, ela foi lá e fez.

Uma tendência tem muito mais crédito quando uma grande do mercado aposta nela. E nos últimos dias a C&A está prestando um belo serviço, realizando campanhas e parcerias que, espero, vão impactar outras empresas do varejo de moda.

 

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Moda Atemporal

Na revista Isto é Dinheiro saiu uma matéria com o título “C&A vira do avesso” sobre a nova estratégia da empresa, que privilegia a criação de conceitos. E a moda, para a companhia, deve ser atemporal. Em vez de coleções sazonais, ela vai apostar em linhas duradouras e bem pensadas, confiante nas escolhas de seu consumidor. Como uma curiosa das tendências de comportamento, eu gosto e aposto neste movimento. Acredito que muitos consumidores estão no processo de deixarem de ser vítimas da moda para criar o seu próprio estilo.

 

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banner de divulgação do lançamento do livro Moda Com Propósito

Moda com Propósito

A empresa anunciou sua parceria com a Malha. A Malha é um espaço colaborativo que conecta criadores, empreendedores, fornecedores e consumidores pela construção de uma moda sustentável. Um dos criadores da Malha é André Carvalhal. Para quem não sabe, André trabalhou por muitos anos como diretor de (um vitorioso) marketing da Farm e lançou neste mês seu segundo livro, Moda com Propósito.

A parceria engloba quatro projetos, você poderá saber mais detalhes aqui.

“Alguém precisa começar e patrocinar essa mudança e é isso que estamos fazendo. O que vai ditar o futuro da moda é a expressão do indivíduo e não das marcas. Tem que abraçar esse processo como causa e não como modismo”, disse Paulo Correa, CEO da C&A.

Vocês não podem ver, mas estou aqui, fazendo coraçãozinho com a mão.

 

 

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Modelo da vida real

Um barulho positivo nas redes sociais aconteceu quando a C&A colocou na sua campanha de Verão 2017 uma modelo com vitiligo. O post do Facebook já tem 154 mil curtidas, 4.500 compartilhamentos e 3.500 comentários. Como a modelo não é profissional, foi encontrada pela internet ao invés das tradicionais agências. Eu vibrei com a iniciativa. O vitiligo atinge 2% da população mundial, segundo a fundação americana Vitiligo Research. Meu marido tem. Uma campanha tímida, pois foi feita apenas em um dos canais de comunicação, a internet, mas mesmo assim impactante.

 

Um conjunto de ações que me fazem acreditar que a empresa realmente segue em direção a uma moda mais consciente.

 

Vamos acompanhar! Um beijo!

 

imagem: facebook C&A, facebook André Carvalhal

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Os 3 elementos essenciais de uma carreira gratificante

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No livro “como encontrar o trabalho da sua vida” da coleção The School of Life que eu adoro, o autor Roman Krznaric escreve sobre vários assuntos relacionados ao trabalho e tenta nos ajudar a seguir um rumo nesse labirinto de opções, superar o medo da mudança e encontrar uma carreira que nos fará sentir realizado.

Ele cita os 3 elementos essenciais de uma carreira gratificante: sentido, fluxo e liberdade.

Nenhum deles é fácil de obter e buscá-los pode gerar uma certa angústia mas mesmo assim considero importante conhecê-los:

 

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  1. Sentido

No livro o autor cita os cinco aspectos diferentes do que pode tornar um trabalho significativo: ganhar dinheiro, alcançar status, fazer diferença, seguir nossas paixões e usar nossos talentos.

 

Ganhar dinheiro

Escolher uma carreira por causa dos benefícios financeiros é a motivação mais antiga e mais forte no mundo do trabalho.

Então isso significa que devemos colocar nossas esperanças de realização profissional em altos salários e gratificações? Para Roman a resposta é não. Pois a partir do momento em que a renda é suficiente para cobrir as necessidades básicas, novos aumentos acrescentam pouco, ao nível de satisfação. À medida que enriquecemos e acumulamos mais posses materiais, nossas expectativas aumentam, por isso trabalhamos ainda mais para ganhar mais dinheiro a fim de comprar mais bens de consumo e bem-estar, mas em seguida nossas expectativas aumentam de novo, e o processo não tem fim.

Poucas pessoas tendem a ignorar o dinheiro completamente ao tomar uma decisão profissional: todos nós temos dívidas, contas para pagar e família para sustentar. A verdadeira questão é o peso que devemos atribuir a ele.

 

Status

Além do dinheiro, a outra recompensa que as pessoas normalmente procuram é o status social.

Ele vem em duas variantes. Uma delas é o status de ter um trabalho de prestígio que seja admirado e reverenciado pelos outros, como o de diplomata, produtor de televisão, cirurgião ou atleta profissional.

A segunda variante é o status baseado em nossa posição em relação aos outros. Um famoso estudo de economia comportamental demonstrou que, se pudermos escolher entre ganhar 10 mil reais por mês quando todo mundo ganha 5 mil reais, ou 20 mil reais enquanto todo mundo ganha 40 mil reais, a maioria das pessoas escolheria a primeira opção, ou seja, ganhar 5 mil ou invés de 20 mil, desde que essa renda seja maior se comparado com a dos outros.

Embora a maior parte das pessoas deseje experimentar uma certa dose de status pessoal, o sentimento de que somos respeitados pelos outros por aquilo que fazemos pela forma como fazemos é uma das chaves para alcançar uma carreira gratificante.

 

Fazer diferença

Querer fazer a diferença é querer fazer uma contribuição positiva para as pessoas e o planeta e colocar os seus valores em prática. É um desejo cada vez mais comum, mesmo em nossa era de individualismo desenfreado. Querer ser capaz de, na velhice, olhar para trás e sentir que deixou uma marca.

 

Paixões e Talentos

Existe a opção de se concentrar em suas paixões e talentos. Faça aquilo que gosta e aquilo em que você é realmente bom.

Um mestre na arte de viver não faz uma distinção nítida entre trabalho e diversão; trabalho e lazer; mente e corpo; instrução e recreação. Ele dificilmente sabe qual é qual. Simplesmente segue sua visão de excelência em tudo o que está fazendo e deixa os outros determinarem se ele está trabalhando ou se divertindo. Para si mesmo, ele sempre parece estar fazendo as duas coisas. François-René de Chateaubriand

 

  1. Fluxo

O fluxo tem o potencial de proporcionar um sentimento diário de satisfação. Mas o que seria fluxo?

Uma experiência de fluxo é aquela em que estamos completa e inconscientemente concentrados no que quer que estejamos fazendo. Tão envolvidos numa atividade que nada mais parece importar.

 

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  1. Liberdade

Se você já se sentiu sobrecarregado pelo trabalho e ansiou por mais liberdade e independência para viver a própria vida, do jeito que quiser, pode ser válido considerar uma pergunta: como atender ao desejo por maior liberdade?

A maioria das pessoas deseja algum tipo de estabilidade no trabalho, especialmente em épocas de incerteza econômica: precisamos de uma renda regular para pagar o financiamento da casa ou as pesadas mensalidades escolares, para sustentar os filhos e assegurar uma pensão para a velhice.

Embora a segurança esteja na base de nossas necessidades, os seres humanos são igualmente motivados pela busca da liberdade individual. O desejo se ser o próprio patrão é de fato, muito comum.

A realidade da liberdade com o auto emprego pode exigir bastante trabalho e há quem se sinta livre trabalhando numa grande organização, especialmente aqueles que podem escolher suas tarefas e metas diárias e contam com o benefício do horário flexível.

O fato é que, após sentir o gosto da liberdade, é quase impossível voltar atrás.

 

 

Trechos do livro “como encontrar o trabalho da sua vida”, de Roman Krznaric

 

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